quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Dicas para falar ao Telefone

Quem pensa que falar no telefone restringe-se a dizer "alô" está muito enganado. Muito mais do que isso, de acordo com a consultora do Idort-SP, Fátima Guimarães, os profissionais devem se preparar antes de tirar o fone do gancho. "É sempre bom ter um lápis, uma caneta e saber que a pessoa precisará de uma informação. De prontidão, fale o nome, a empresa e uma saudação".

Depois disso, para completar a etiqueta do uso do aparelho no mundo corporativo, ela indica que as pessoas tratem bem a todos, principalmente os clientes. "Com eles, considero a ligação como um evento, como uma reunião. Anote e registre dados significativos, confirme as informações e anuncie qual a providência que será tomada. Não engane a pessoa nem fale que ligará em um período de tempo que não conseguirá".

Gafes
Secretárias, profissionais de telemarketing e atendentes devem estar sempre atentos ao tipo de comportamento que adotam ao telefone. Muitas gafes são cometidas quando as pessoas falam ao aparelho. Em alguns casos, os profissionais sequer sabem que estão se comportando de maneira equivocada. Veja abaixo algumas gafes recorrentes:



  • Pedir um minuto: você pode demorar mais que este tempo. Por esse motivo, peça um momento;

  • Trocar nomes: outra situação constrangedora é errar o nome da pessoa ou simplesmente ter de perguntar a todo o momento, porque se esqueceu. Ao atender, registre o nome da pessoa. Escreva-o, se precisar;

  • Não demonstrar atenção: coloque-se à disposição e mostre atenção. Cuidado com os "ahãs" que, em excesso, podem ter efeito contrário, de que você não está entendendo nada nem se esforçando para ouvir a outra pessoa;

  • Falar com outra pessoa: não grite nem converse com outra pessoa apenas colocando a mão no local onde se fala no telefone. Se quem está na linha escutar, a situação fica realmente muito desagradável;

  • Não use gerúndio: hoje são bastante freqüentes frases como "nós vamos estar enviando". Fale apenas "vamos enviar".

Interrupções
Quando tocar uma segunda linha, peça para a pessoa que está na primeira esperar; atenda a outra linha, pedindo os dados da pessoa que ligou. "Nesse caso, também tem a questão da prioridade. Não se deve deixar, por exemplo, um cliente esperando. Programe-se para ter atendimentos objetivos".

Se alguém chegar enquanto estiver ao telefone, a prioridade é de quem está na linha. Sinalize para que a outra espere, mas não fique muito tempo no aparelho. "Em uma equipe entrosada, todas essas situações são minimizadas, porque uma pessoa ajuda a outra", disse Fátima.

Com possíveis ruídos, é importante explicar ao interlocutor o que está acontecendo. Se for muito forte e se precisar pedir para repetir a todo o momento, o que desgasta a relação, o indicado é pedir para se falarem em um outro momento.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Como reduzir a quantidade de informação inútil na sua vida

O excesso de informação compromete nossa concentração e produtividade, mas podemos intervir neste ‘mal do século’ mudando alguns hábitos.

Nossa sociedade é baseada em informação e estamos afundados em seus excessos, seja pela disponibilidade infinita da internet, pela variedade de canais de TV a cabo ou pela onipresença de música ou burburinho em todos os ambientes. Este cenário atrapalha nossa capacidade de focar, e traz as seguintes consequências:

  1. Perda de produtividade - a falta de foco e o excesso de opções nos faz pular de um assunto ou detalhe a outro, distraindo-nos de nossas metas e propósitos.
  2. Mente inquieta - este ruído constante de mídia acaba gerando um zumbido constante que obstrui a concentração e a paz interior.
  3. Perda de Tempo - todo o tempo desperdiçado recebendo, deglutindo e repetindo informação inútil é descontado de nossa cota diária de trabalho, diversão, envolvimento e felicidade.
  4. Desconexão - quanto mais somos expostos e envolvidos pelo excesso de informação, mais se enfraquece nosso elo interior com nossos valores, sentimentos e metas.
  5. Stress e Ansiedade - o zumbido da informação inútil vicia, e cria a ilusão de temos milhares de pequenas coisas a fazer, notícias para ler, tarefas a cumprir. Após meses nessa rotina, a impressão que se tem é a de que se está sempre ocupado, atrasado e devendo.

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A boa notícia é que apesar da pressão cultural pelo excesso, é possível mesurar a quantidade real de informação que você precisa, e talhar suas rotinas de acordo. Pero, como hacer?

Reduza suas fontes ao necessário

Decida quanto tempo por dia você vai gastar navegando na internet, lendo jornais, notícias, ou vendo televisão. Selecione também que canais vai se permitir assistir, quais sites (ou quantos) vai visitar e que jornais vai ler. Disciplina é fundamental aqui, trace uma meta realista e cumpra.

Feche sua caixa de Email

Se sua profissão permite, mantenha sua conta de emails fechada, e estabeleça horários para conferir e responder mensagens. Sugestão: 8h, 10h, 14h, 16h, 17:40h.

Estabeleça metas para suas tarefas

Trabalhar com pequenos prazos diários ajuda a manter o foco. Se vai iniciar uma tarefa agora, projete qual o resultado final e o tempo necessário, e procure cumprir esta mini-meta.

Planeje

Se possível, tenha como primeira tarefa do dia relacionar quais são suas mini-metas diárias. Reserve horários para rotinas como confererência e resposta a emails, telefonemas, e pequenas distrações (ex: navegar neste blog por 5 minutos). Se estabelecer horários para informação não-essencial, ela não invadirá seu espaço de trabalho depois.

Evite ser multi-tarefa

Fazer várias coisas ao mesmo abre espaço para distração e informação inútil. Sempre que possível, conclua uma tarefa antes de iniciar outra. A sensação inicial é a de que se está sendo produtivo, e até um pouco obtuso (afinal, quem é o burro que faz só uma coisa por vez?), mas ao ver os resultados ao final do dia, você perceberá a diferença.

Faça uma redução gradual

Ser um viciado em informação inútil é como ter obesidade mórbida. Será improdutivo iniciar uma dieta revolucionária e só tomar suco de aipo por um mês. Em dois dias abre-se espaço para um chocolatinho, e em uma semana se está de volta à churrascaria e à picanha pingando gordura.

Faça uma dieta moderada de informação, diminua gradualmente os programas de TV, os blogs, os sites de fofoca, as curiosidades. Arrisco dizer que 98% da informação informal que nos chega é inútil, mas divertida. Então reduzir 10% do volume por semana é um ótimo trabalho. E a boa notícia é que não precisa chegar a zero.

Que tal começar agora?

Baseado no texto How to Reduce Information Overload do Think Simple now.




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sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Veja - 05/12/2007



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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Conserve a bateria do Notebook por mais tempo

Trabalhar remotamente é uma realidade para muitos profissionais nos dias de hoje. É cada vez mais comum ver alguém com um Notebook no colo em aeroportos, aviões, cafés, restaurantes, enfim, em uma infinidade de lugares públicos que, muitas vezes, não oferecem tomada para manter a sua máquina em funcionamento. É verdade que as baterias de notebooks se tornam mais eficientes, mas existem medidas simples que permitem que as baterias durem mais tempo para que você não perca abruptamente todo o seu trabalho. O WNews separou sete dicas para aumentar a durabilidade da fonte de energia confira a seguir:


1. Desativar ou desconectar

Os periféricos podem consumir bateria, mesmo quando não estão ativos.


Portanto, remova, desative ou desligue as unidades de disco externas, os DVDs, os dispositivos USB, as placas sem fio e outros acessórios quando eles não forem necessários. A desinstalação de programas ativados na inicialização e pouco usados no Windows XP ou sua desativação no Vista também podem ajudar a reduzir a energia necessária para carregar ou executar o computador sempre que ele é reiniciado.


2. Reduza a luminosidade da tela

Uma das maiores fontes de consumo de energia do notebook é a tela.


Os portatéis da HP, por exemplo, são equipados com sensores de luz ambiente, que escurecem a tela automaticamente quando há mais claridade. Mas, nem todos são assim, então, diminua a luminosidade. Dessa forma, você não força os olhos e ainda pode economizar o equivalente a uma hora extra de execução.


3. Administre o uso de energia


O utilitário de gerenciamento de energia de seu notebook permite que você defina quando o computador deve entrar no modo de hibernação do Windows XP ou no novo e mais eficiente modo de suspensão do Windows Vista. Esses recursos de economia de energia podem ser uma maneira eficaz de reduzir o consumo de energia de seu laptop.


4. Fique frio


As baterias do notebook devem ser usadas e guardadas em temperatura ambiente. Temperaturas extremas podem prejudicá-las, causando perda irreversível de capacidade com o tempo. Portanto, diminua a exposição da bateria a condições extremas, como luz do sol direta ou interior abafado de um carro.


5. Carregue


Você sabia que as baterias novas devem ser totalmente descarregadas e recarregadas quando utilizadas nas primeiras vezes? Esse procedimento informa a “memória” da bateria sobre o volume de carga que ela é capaz de absorver. Se a bateria não for usada por mais de duas semanas, remova-a do notebook.


6. Manutenção da bateria


Existem utilitários que testam a saúde da bateria. O Windows XP, por exemplo, oferece esse recurso e os usuários do Windows Vista podem ativar a ferramenta no menu Ajuda e Suporte.


7. Tenha uma bateria sobressalente


Recomenda-se aos profissionais que dependem da mobilidade ter uma bateria secundária ou extra. Alguns fabricantes de computador como a HP oferecem bateria de ampliação de autonomia, como HP Extended Life, que fornece até cinco horas extras de vida útil com a praticidade de poder ser carregada enquanto ainda está acoplada.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Os 10 mais maneiros notebooks conceituais

Os notebooks vieram para ficar. Eu sou das antigas e volta e meia chamo Notebook de Laptop. Mas existe alguma diferença?

Hoje não, mas antigamente havia uma clara distinção entre os dois equipamentos. Ambos eram computadores portáteis mas os laptops eram mais potentes e pesados. Foram feitos para operar no colo dos executivos. Com o amadurecimento da tecnologia, eles encolheram no preço e cresceram em tecnologia comprimida. E principalmente: ficaram abusrdamente mais leves! Assim, o que eram dois aparelhos distintos, acabaram virando uma coisa só.


Como diria Eddie Vedder No andar da carruagem, pode ser que isso continue. Os celulares, palmtops e mini-computadores poderão em um futuro próximo se misturar novamente. Mas vamos deixar de papo e vamos ao que interessa. Com dez chances, pelo menos uma dessas aí deve vingar nos anos a porvir:



1- Compenion -





Este é o conceito de Felix Schmidberger para o Notebook do ano 2015. Ele é feito de dois painéis Touch Screen super leves de OLED. Um para o teclado e outro para a tela. Eventualmente pode virar livro com a tela de oled do teclado virando um outro monitor. - Altas chances de virar realidade.




2- O Conceito da HP




HP.


Ele foi apresentado em outubro de 2006. Tem um design limpo e moderno mas de inovação tecnológica mesmo pouca coisa. - Boa chance de virar realidade, mas para um futuro próximo.



3- Thinkpad da Lenovo -





Esse eu queria. Uma bela obra de arte e versatilidade, este notebook da IBM , que alterou seu nome de divisão de notebooks para “Lenovo”. O novo conceito do Thinkpad mostra a leveza e potência aliada a um sistema de Tablet Pc. Ele permite separar o teclado e o mouse e torna-se um desktop apenas dobrando-se ao meio. Também pode dobrar-se ao avesso e funcionar como tablet. Pra quem é artista isso é bem legal. - Boa chance de virar realidade.


Link




4- Note-Viajante -





Nikita Golovlev como bom Homem de marketing teve a idéia de atacar um nicho dos compradores de Portáteis. O nicho escolhido foi dos viajantes. Ela pensou neste curioso notebook que tem a tela flexível parecida de uma mapa e conectou ela a um GPS. Ele vem com um sistema de dicionário e se conecta pela rede via wireless para baixar pacotes específicos de informações do local onde o usuário está. Tudo bem, tirando o fato de que até isso sair todo mundo já terá celulares e Palms que fazem isso, os mapas estarão embutidos nos celulares com gps e informações via web para que se o cara está “in loco”? Então, apesar da inovação da tela flexível pelo lado de fora que dá a volta no equipamento, a parada me parece ser meio furada. - Pouco chance de virar realidade.




5- Intel metro notebook -




O que você faz quando seu notebook acaba a bateria? Você apenas o guarda na pasta e leva para recarregar certo? Pois com o notebook Metro da Intel, você tem uma tela permanente de informações do lado de fora do aparelho. Esta tela é feita de e-ink, um tipo de material que compõe o e-paper. Com isso é possível guardar os jornais e informações diversas para consultar sem consumir energia do aparelho. Assim, você usa o note mesmo quando acaba a bateria dele. A capa de couro que o reveste também é bonita e da um ar meio retrô. A Intel só deu mole no fato de que as novas baterias do futuro vão durar 30anos entre cada recarga. Além disso, a telinha de e-paper é pequena. Os oleds consomem pouca energia e são estáveis. Com energia sobrando, a idéia vai por água abaixo. Fora a capa de couro, que faz o aparelho feder e parecer um enorme estojo de celular. - Poucas chances de emplacar.


6-Lg Fuel Cell -



Não é um notebook, mas é tão bizarro que entrou na lista. A Lg tenta inovar fazendo pirotecnias. Um sistema de combustível líquido permitiria que o notebook ficasse funcionando com uma lata de etanol que promete manter o aparelho funcionando por 4000 horas.
Quem vai querer ficar parando em posto de gasolina pra "Encher a Latinha"? E na hora de viajar? Vai ter q ser uma latinha por cidade. - Altas chances de ser lançado. Zero chance de emplacar.





7- Notebook conceito do projeto “Um Notebook por Criança”.




Bonitinho. Parece uma bíblia quando fechado. Nada mal para uma maquina pensada para custar vinte dólares por unidade. - Chances de emplacar nulas, já que o conceito foi abandonado em favor de outro.




8- GelFrog



GelFrog é o nome desta maquina. A idéia é alinhar forma e função numa experiência de usabilidade interessante e inteligente pra o usuário infantil, juvenil e até adulto. Encapsulado numa capa flexível o aparelho seria mais durável e nas palavras da companhia, “um jornal para os estudantes e uma janela para novos mundos”. Tirando o blablablá de vendedor, eu achei legal. Meio feio, mas nada que umas cores melhores não resolvam. A idéia do notebook flexível e resistente é ótima. Com os novos silicones que estão surgindo e as telas flexíveis sensíveis ao toque, isso realmente seria bem útil. - Chances de emplacar: relativas.




9- Fujitsu Turntable laptop




A fujitsu pegou o conceito da rodinha de controle do Ipod e Joselitou em cima, criando este notebook para Djs (olha mais um notebook segmentado aí) onde dá para mixar e remixar usando a rodona sensivel ao toque embutida na tampa. - Chance de emplacar: Pequena.




10- Canova



O Canova Dual Screen é apenas mais um do mesmo. Duas telas sensíveis ao toque. Uma pode gerar o teclado e a outra a tela, ou vice-versa. a idéia está ficando batida e idéia batida em design não é repetição. É tendencia. - Altas chances de emplacar. Não o aparelho, mas o conceito




Créditos para: Mundo Gump

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Balança comercial tem pior superávit desde abril de 2004

Por Isabel Versiani - BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters)

A balança comercial brasileira fechou novembro com o menor superávit mensal desde abril de 2004, reflexo de um forte aumento das importações com a valorização do real e o crescimento da economia.

O superávit comercial foi de US$ 2,027 bilhões no mês passado, queda de 41% frente ao saldo positivo de outubro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior nesta segunda-feira.

Para dezembro, a expectativa do governo é de um crescimento sazonal do superávit, com a redução de importações voltadas para o consumo de Natal.

"Quem não importou até o início de novembro não tem mais tempo de distribuir as mercadorias", afirmou a jornalistas o secretário de Comércio Exterior do ministério, Welber Barral.

As importações totalizaram US$ 12,025 bilhões no mês passado, valor recorde para o mês e 39% acima do registrado em novembro de 2006.

Na média por dia útil, as importações foram de US$ 601,3 milhões, valor mais elevado da história para qualquer mês do ano.

Barral argumentou que o crescimento das importações do país têm refletido principalmente uma elevação das compras externas de máquinas e equipamentos --o que indicaria renovação do parque industrial para atender o crescimento do consumo e tenderia a se estabilizar.

De janeiro a novembro, as importações por média diária de bens de capital cresceram 31,8%, e atingiram US$ 22,9 bilhões. A participação do setor no total de importações aumentou para 20,8%, frente a 20,5% em 2006.

No mesmo período de comparação, as importações de bens de consumo cresceram 33,5% e a participação do setor cresceu de 12,9% para 13,3%. Esse aumento, segundo Barral, está concentrado principalmente em automóveis. Excluído o produto, a variação da participação é menor --passa de 10,8% para 10,9%.

EXPORTAÇÕES TAMBÉM RECORDES

As exportações brasileiras também foram recordes em novembro e somaram US$ 14,052 bilhões, valor equivalente a uma média por dia útil de US$ 702,6 milhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, a média diária de vendas brasileiras no exterior cresceu 18,1%.

As exportações acumuladas nos últimos 12 meses somam US$ 158,7 bilhões, valor acima da meta de 157 bilhões de dólares estabelecida pelo governo.

"Provavelmente vamos superar bastante a meta", acrescentou Barral, destacando que as exportações devem fechar o ano entre US$ 159 bilhões e US$ 160 bilhões.

No ano, a balança acumula superávit de US$ 36,4 bilhões. No mesmo período do ano passado, a balança tinha saldo positivo de US$ 41,405 bilhões.

Economistas consultados pelo Banco Central projetam superávit comercial de US$ 40,55 bilhões em 2007.



(Reportagem adicional de Renato Andrade)



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Ok, Ok, Ok!


NetWorking

Durantes os anos os relacionamentos profissionais foram crescendo. As empresas mais ligadas. E passaram a se tornar "parceiros". Hoje, esse contato com parceiros e até funcionários de outras empresas é fundamental. Conhecer e saber lidar com gente é fundamental e grande diferencial nas empresas e na vida pessoal.

Executivos e Empresários bem sucedidos escrevem livros e mais livros sobre a "Arte do Networking".

Essa semana, em SP, aconteceu um evento baseado nos "Fasts Dates" (Encontros rápidos, aonde as pessoas entram, pegam os números e podem conversar durantes alguns minutos com as mulheres, ou homens, ali presentes.).

No 'Meeting Express', o executivo tem um minuto para se apresentar. Esgotado o tempo, ele escolhe outro dos 70 participantes.

Segue abaixo link para matéria no G1:


Meeting Express

domingo, 2 de dezembro de 2007

Educação Financeira (Em São Paulo)

Na semana passada, tive a oportunidade de participar como debatedor de uma audiência pública para discutir o projeto de lei estadual número 834//2007, de São Paulo, o qual “Dispõe sobre a inclusão, no currículo escolar da rede pública estadual, da disciplina de EDUCAÇÃO FINANCEIRA, e dá outras providências”, apresentado pelo Deputado André Soares, que visa instituir educação financeira como disciplina obrigatória para alunos do 2° ano do ensino médio (antigo 2° ano do 2° grau).

Tão logo recebi o convite, manifestei de imediato meu apoio ao projeto. O mesmo tenho feito e farei por qualquer iniciativa que vise fomentar e difundir o ensino de educação financeira nas escolas e empresas brasileiras. Vários segmentos da sociedade estiveram representados. O único viés significativo percebido no projeto e rechaçado por praticamente todos os presentes, inclusive e por mim, foi o artigo que previa a reserva para o ensino dessa disciplina a economistas.

Por que não faz sentido?
Reserva de mercado, por si só, não é saudável para o mercado. Em se tratando de educação e, ainda mais, numa área ainda tão carente e de tamanha relevância para a sociedade brasileira, permitir que essa restrição ilógica e descabida fosse aprovada seria sepultar as chances de sucesso da iniciativa antes mesmo de implantá-la. Sem essa limitação já são poucas as escolas que encontram profissionais aptos para conduzir essa disciplina, imaginemos se excluirmos 99,9% da população para poder habilitar-se a essa nobre atividade.

É óbvia a importância da Economia e dos economistas para a difusão dos princípios de Educação Financeira no país. Porém, a realidade aponta que são profissionais de diferentes disciplinas e formações profissionais que vem impulsionando, com relativo sucesso e muita perseverança, o aumento da cidadania por meio da disseminação de conceitos fundamentais de Educação Financeira.

Basta pesquisar na internet ou em qualquer boa livraria para comprovar isso. Boa parte da maioria dos trabalhos, livros, projetos e resultados foram e estão sendo conduzidos por educadores, pedagogos, jornalistas, psicólogos, administradores, matemáticos, sociólogos, engenheiros, analistas, padres, professores, líderes comunitários, corretores, pais, mães e tanta gente que às vezes não pertence a uma categoria profissional tão organizada, mas que dá sua efetiva contribuição à educação da população.

É gente que sabe a importância do assunto e consegue, do seu jeito, plantar a sementinha de conceitos básicos como a geração de renda, o cultivo da poupança, estratégias de investimento, contenção de gastos, planejamento das finanças e tantos fatores que, muitas vezes, são relegados na educação das nossas crianças, resultando em adultos despreparados para gerir suas próprias finanças .

Aprovar o projeto sem eliminar essa absurda restrição seria sacrificar uma grande oportunidade e relegar tudo o que tem sido bem feito por outros profissionais. Deixar o mercado aberto será uma sábia decisão. Felizmente até representantes dos Conselhos Federal e Regional de Economia de São Paulo, presentes no evento, que inicialmente defenderam essa restrição, concordaram com a improcedência do pleito na forma apresentada.

Ganhou a democracia
Ganhou a educação do Estado de São Paulo. Ganharam nossos jovens. Pelo menos naquela audiência pública prevaleceu o bom-senso. A assessoria do Deputado manifestou ter captado o anseio da maioria representativa e certamente há de ser aprovado aquele projeto com as alterações sugeridas naquela plenária.

Como registrado na audiência, muitas vezes os projetos da Câmara Legislativa de São Paulo são aproveitados por outros Estados da Federação. Tomara que esse seja mais um, e que sirva de exemplo para a Câmara Federal também pensar em algo estruturado para o ensino fundamental, este sim, tido como a base para a cidadania da nossa população.

Parabéns ao Deputado por sua iniciativa. Se você quer conhecer e estudar melhor o projeto, acesse sua página original ou entre em contato com o Deputado André Soares através do e-mail asoares@al.sp.gov.br

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Álvaro Modernell, especialista em Educação Financeira, não economista.
Site: www.edufinanceira.com.br